Em meu novo viver falta a cadência, a emoção e a ordem.
A sequência de uma contenção que transfigura.
A sequência de uma contenção que transfigura.
Toda essa gente correndo e corrida
tangendo e tangida pela ânsia
à busca de benesses e medidas
anti-inflacionárias.
Símbolos míticos,
ascetas emagrecidos,
figuras orantes,
dimensão rarefeita
do éter. A medida é o esteio que segura o peso da vida.
É a ladainha que se reza ,
entoada e tocada
pelos mestres do dinheiro,
na peleja pela descompressão
dos salários e contra a alta tensão
sobre as vidas alugadas,
sobre as vidas alugadas,
de quase todos nós,
de quase todos nós.
Lutei sempre e cedi quase nada.

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